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F. J. Marques ataca Benfica recorrendo ao Canal História (Vídeo)

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Francisco J. Marques voltou a atacar o Benfica no seu programa semanal no Porto Canal e lembrou o caso da Mão de Vaga, ocorrido frente ao Marselha no dia 18 de Abril de 1990. A data ficou na história do futebol europeu e Mundial e é muitas vezes lembrado.

Ao minuto 83 do jogo Benfica vs Marselha, das meias-finais da Taça do Campeões Europeus, o avançado Vata marcou um golo com a mão e levou o Benfica para a final da competição. Esse golo ditou o afastamento da equipa francesa e o consequente apuramento do Benfica para a final, mais tarde disputada com o AC Milan.

“Tudo o que é vigarice o Benfica está lá metido, desde há muitos anos. Como se pode ver esta foi a última grande final do Benfica, que por sinal foi conseguida de uma forma ilegal”, disse o diretor de comunicação do FC Porto no seu espaço de análise semanal.

Claro que os adeptos do Benfica não se ficaram e arranjaram logo forma de contrariar as palavras do dirigente portista. Foram buscar um golo anulado ao Manchester United em 2004, por suposto fora de jogo de Paul Scholes, num jogo dos oitavos da prova e que deixou caminho aberto para a segunda conquista dos dragões (jogadores com Deportivo da Corunha e Mónaco a seguir).

Em relação à eliminação do Manchester United nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões na época 2003/2004, Alex Ferguson não esqueceu os erros de arbitragem que tiverem influência no resultado final e não poupou nas críticas à equipa de arbitragem.

“Nos jogos da Champions League, os árbitros têm imensa arrogância porque sabem que no fim de semana seguinte estão longe de nós, a arbitrar no país deles. Perdi duas eliminatórias europeias contra equipas de José Mourinho, mas não foi por causa da performance dos jogadores – mas, sim, por causa do árbitro. O jogo de 2004 frente ao FC Porto foi inacreditável.

E a pior decisão nem foi o facto de ele ter invalidado um golo limpo do Scholes que nos daria o 2-0. A poucos minutos do fim, Ronaldo foi derrubado pelo defesa-esquerdo do FC Porto. O juiz de linha assinalou a falta, mas o árbitro mandou seguir. O FC Porto contra-atacou e ganhou o livre que acabaria por resultar no golo do empate”, escreveu Ferguson no seu livro.

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