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Irina Shayk fala do que a unia a Cristiano Ronaldo na entrevista mais intimista de sempre

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Irina Shayk separou-se recentemente do pai da sua filha, o ator Bradley Cooper. A estonteante modelo russa segue com a sua vida e, a nível profissional, continua ao mais alto nível, mesmo depois de ter sido mãe.

Agora, a beldade deu uma entrevista para a Harper’s Bazaar’, onde revelou muitos detalhes da sua vida, que geralmente ela mantém em segredo. No entanto, na primeira entrevista após a separação, a beldade mostrou-se mais reveladora do que nunca.

Numa entrevista bastante intimista, Irina falou sobre a filha, Lea, mas também sobre a sua infância e como foi crescer sem a presença do pai, uma curiosidade que ela compartilha com Cristiano Ronaldo.

Irina e Ronaldo namoraram durante cinco anos e, em comum, sabe-se agora que os dois partilhavam difíceis histórias da infância. Os dois cresceram na ausência da figura paterna, na infelicidade de terem perdido os seus progenitores ainda muito jovens. Também em comum, os dois tiveram em figuras femininas as suas heroínas, nomeadamente, as mães, mas também a avó, como revelou Irina.

Irina perdeu o pai, quando tinha apenas 14 anos. Valery Shaykhlislamov era mineiro e morreu com um grave problema nos pulmões. Aliás, a agora modelo conta que após perder o pai não teve mais nenhuma figura masculina no seu crescimento, uma vez que também já não tinha avôs.

A modelo russa foi, assim, criada somente por mulheres, que tiveram que se desdobrar para garantir o futuro destas crianças, no meio de toda a pobreza em que a beldade cresceu.

“Nunca tivemos homens por perto. Tens de aprender como colocar uma unha na parede, como pendurar cortinas. Sei tudo o que há para saber sobre a plantação de batatas e pepinos, porque na Rússia é assim que sobrevivemos”, contou a beldade, sobre a sua vida, antes de se tornar uma modelo de sucesso.

Só aos 19 anos é que a vida de Irina começou a mudar, quando foi descoberta por acaso e se mudou para Paris. Ainda assim, o início foi difícil e quase por conta própria. “Eles davam-me dinheiro e um mapa”, recordou Irina, dizendo como passava os seus dias de casting em casting, sem conhecer nada num país também ele desconhecido.

“Agora quando regresso a Paris e tenho um motorista, fico num hotel, aprecio como vivo e a sorte que tenho. Nada chega de forma fácil na vida. Na minha infância… naquele tempo em que não havia ordenado para a minha mãe e o meu pai, penso que estava em modo de sobrevivência. Ensina-te a trabalhar mais. Ensina-te que ninguém virá e vai dar-te algo”, lembrou ainda a modelo, incapaz de esquecer as suas origens e como isso a moldou como mulher.

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