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Pinto da Costa arrasa Salah

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O presidente portista falou aos jornalistas após o jogo com o Liverpool. Criticou a arbitragem e voltou a puxar do trabalho de Bruno Paixão como videoárbitro no Feirense-Benfica. Na zona mista de Anfield, Pinto da Costa elogiou a exibição dos dragões frente ao Liverpool, apesar da derrota desta terça-feira.

“O Casillas? Hoje não teve muito que fazer, esteve de folga. Sofremos um golo na primeira vez que o Liverpool passou do meio-campo”, referiu o líder dos dragões, que apareceu de telemóvel em punho com imagens da entrada de Salah sobre Danilo e deixou críticas ao árbitro: “Este lance é arrepiante, é para partir uma perna. E ainda houve um penálti que não foi assinalado”.

O presidente portista também falou quando o assunto foi a luta pelo título na Liga para recordar o Feirense-Benfica e a prestação de Bruno Paixão como videoárbitro. “Temos que ganhar os seis jogos e esperar que o Benfica não ganhe todos. Também não há de ser sempre o Bruno Paixão no VAR”, disse Pinto da Costa.

O desafio era bem maior do que vencer pela primeira vez o Liverpool, como se escreveu. Esta terça-feira, o desafio do FC Porto estava bem para lá de um só clube. O desafio dos dragões estava relacionado com um país. Em 19 deslocações a Inglaterra, o FC Porto nunca tinha vencido. Entre Newcastle, Wolverhampton, Manchester United, Tottenham, Liverpool, Chelsea, Arsenal e Leicester e ao longo de 50 anos, os dragões somaram 16 derrotas, três empates e não marcaram qualquer golo em seis ocasiões. Mais do que o desafio de vencer pela primeira vez o Liverpool, o FC Porto enfrentava o desafio de vencer pela primeira vez em Inglaterra.

Os dragões começaram melhor e realizaram cinco minutos de maior posse de bola e de superior desenvoltura. Num olhar rápido, parecia que o FC Porto queria marcar cedo em Anfield Road e trazer na bagagem um golo fora que poderia tornar-se importante nas contas da eliminatória. Esse período de superioridade, porém, não foi além dos cinco minutos: não por falta de qualidade da equipa de Sérgio Conceição, não por desgaste, não por escassez de vontade.

Mas porque o Liverpool, na primeira vez que acelerou ligeiramente a partida, inaugurou o marcador. Fabinho até perdeu a bola no meio-campo mas James Milner surgiu em terrenos mais interiores para soltar um passe enorme para Mané, que aparecia em velocidade na esquerda; o senegalês passou para Roberto Firmino, que dentro da grande área e sem oposição assistiu Keita; o guineense, que se tinha estreado a marcar pelos reds apenas na sexta-feira, rematou em posição frontal e beneficiou de um desvio de Óliver que enganou Casillas. Cinco minutos de jogo e o FC Porto já perdia em Anfield Road.

Antes de que o FC Porto conseguisse reagir, o Liverpool chegou ao segundo golo de forma simples. Roberto Firmino começou o lance, soltou em Henderson na direita, o capitão fez um passe vertical para Alexander-Arnold, que aparecia já na grande área, e o lateral de apenas 20 anos assistiu Firmino, que ao segundo poste só precisou de encostar para a baliza deserta (26′).

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